Aura Negra – AV #2 – Richelle Mead

A Escola São Vladimir está em alerta após um ataque dos sanguinários Strigoi. Os Guardiões admirados por suas habilidades e seus grandes feitos, se preparam para entrar em ação. A escola envia seus alunos para um hotel de luxo e bem protegido, porém um imprevisto obriga Rose a deixar a segurança de seu lar e impedir que o pior aconteça. Apenas quando a vida de seus amigos está por um fio é que a heroína descobrirá força dentro de si.

Depois de ler o ótimo livro que foi O Beijo das Sombras li a continuação assim que pude, mas ela não me surpreendeu muito. Com uma história não tão envolvente como no primeiro livro da série, Aura Negra deixou a desejar um pouco, pelo menos na minha opinião. O livro tem uma ótima narrativa, os personagens que gostamos, novos personagens interessantes e uma história legal, mas não sei explicar ao certo o que ficou faltando.

“É impossível se forçar a amar alguém, eu me dei conta disso. O amor existe ou não existe. Se não existe, você precisa ser capaz de admitir isso. Se existe, você precisa fazer tudo o que puder para proteger quem você ama.”

Um mês após os acontecimentos do primeiro livro, vemos como os personagens estão seguindo com suas vidas. Quando misteriosos ataques de Strigois começam a acontecer é que a história ganha ação. Rose e Lissa amadureceram mais nesse livro, mas sem perder totalmente seu jeito, especialmente Rose. Fomos apresentados a novos personagens que foram uma ótima adição para a trama, principalmente Adrian e Janine, mãe da Rose. Descobrimos um pouco mais sobre o relacionamento mãe e filha delas. No final temos aquele grande acontecimento, que foi onde a autora pecou um pouco. O clímax foi um tanto previsível, foi empolgante e em um certo momento de partir o coração, mas não foi tudo isso.

Apesar de não ter se tornado meu livro favorito, Aura Negra é uma ótima leitura. Como disse, tem ótimos personagens e uma história muito bem escrita. Trouxe novas perguntas e deixou brechas para os próximos livros. Como o livro é fino a história flui e quando você vê já terminou.

“Nós não somos amigos”, eu disse, educada até demais.
“Rose só anda com caras e psicopatas”, Mia disse. Sua voz estava carregada com o escárnio que ela sempre tinha pra mim, mas algo na expressão dela mostrou que Adrian tinha atraído seu interesse.
“Bem”, ele disse, animado, “como eu sou um psicopata e um cara, isso explicaria por que somos tão bons amigos.”

Nota:3,5/5

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