Todo Garoto Tem – Meg Cabot

Essa era uma viagem que tinha tudo para dar certo: Holly e Mark decidem fugir para se casar numa villa do interior da Itália, tentando evitar o stress causado pela diferença de religião entre suas famílias. Para acompanhá-los como madrinha, dama de honra e melhor amiga da noiva, a cartunista Jane Harris, uma mulher divertida e engraçada que mal pode esperar pela sua primeira viagem ao exterior. Mas é claro que Mark também convidou o seu melhor amigo, o jornalista internacional Cal Langdon, que passou os últimos anos em campos de guerra, plataformas de petróleo e outros lugares inóspitos.
Já no aeroporto, Jane e Cal sofrem de total ódio à primeira vista, e qualquer tentativa de aproximá-los parece ser totalmente inútil: enquanto Jane acha o jornalista um chato terrível, um cínico que não acredita em amor e nem ao menos conhece o personagem de quadrinhos criado por ela, a impressão que Cal tem da cartunista é a de uma mulher ligeiramente maluca para quem o fato mais impressionante a respeito do Coliseu é que Britney Spears gravou um comercial lá.
Mas o que ninguém esperava era que somente esses dois pudessem salvar o casamento de seus melhores amigos. E, nessa inesperada união entre opostos, Cal e Jane acabam por descobrir que, mesmo que não pareça, existe algo que todo garoto tem.

Eu sou uma grande fã da Meg Cabot, seus livros foram um empurrão na minha vida de leitora, então sempre que tenho a oportunidade leio algum livro dela. Todo Garoto Tem, já estava na minha wishlist a algum tempo, amo essas história que os personagens principais se odeiam a princípio.

Todo Garoto Tem faz parte da série Garotos e logo de cara o que chama atenção nos livros da série é a forma como foi escrito, através de trocas de e-mails. Todo Garoto Tem além dos e-mails também conta com o diário de viagem de Jane, que a princípio era o presente de casamento, as anotações no Palmtop do Cal e também cardápios de restaurante, passagens aéreas e bilhetes. Essa foi uma forma bem peculiar de narrar a história e foi bem feito pela Meg.

Quanto à história, ela é um pouco clichê, mas isso não a torna ruim. Os personagens são bem engraçados, a implicância entre a Jane e o Cal renderam as melhores partes do livro. Por mais que a história seja bem fofa e engraçada eu não amei o livro, não sei se foi pelo fato do final previsível e, na minha opinião, um pouco corrido, mas ficou faltando algo. A obra tem como intuito ser uma história leve e divertida e cumpre bem o seu papel. Vale a pena lê-lo para se distrair e rir com seus momentos hilários.

Eu estava certo desde o início. Desde o momento em que coloquei os olhos nela pela primeira vez – carregando todas aquelas garrafas de água no free shop do aeroporto JFK – pensei com meus botões: “Eis aqui uma louca.”

Nota: 3/5

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